GECETI (Grupos de Estudos em Coronariopatias, Emergências e Terapia Intensiva) Diretriz Brasileira de Atendimento à Dor Torácica na Unidade de Emergência – 2025 — Diretriz Brasileira de Atendimento à Dor Torácica na Unidade de Emergência – 2025: Guia Completo de Avaliação e Diagnóstico (EN)

de Barros e Silva et al. Diretriz Brasileira de Atendimento а Dor Torбcica na Unidade de Emergkncia – 2025 Diretrizes Sumбrio 4.3.1.4. Critйrios Diagnysticos de Infarto Agudo do Miocбrdio ........... 36 1. Introduзгo ................................................................................... 10 4.3.1.5. Qual o Tempo Hбbil para Descartar o Diagnystico de Infarto Agudo de Miocбrdio? ............................................................................ 36 1.1. Relevвncia do Problema ................................................................. 10 1.2. Papel das Unidades de Dor Torбcica ............................................... 11 4.3.1.6. Qual o Algoritmo de Escolha?

.................................................. 36 4.3.2. Direcionamento Conforme Classificaзгo no Algoritmo ............. 36 1.3. Objetivos da Diretriz ........................................................................ 11 2. Mйtodos ........................................................................................ 12 4.3.2.1. SCA Descartada (Rule-Out) ...................................................... 39 4.3.2.2. Admissгo Confirmada (Rule-In) ............................................... 40 2.1. Definiзxes das Recomendaзxes e Evidkncias ................................. 12 3. Atendimento Inicial ..................................................................

12 4.3.3. Direcionamento Inicial dos Casos em Zona Intermediбria 3.1. Critйrios de Inclusгo no Protocolo de Dor Torбcica .......................... 12 (Observaзгo) ......................................................................................... 41 4.3.4. O que Fazer nos Casos em que hб Injъria Miocбrdica mas 3.1.1. Conceito de Primeiro Atendimento (First Medical Contact) ....... 12 3.1.2. Avaliaзгo Inicial de Possнveis Causas de Dor Torбcica ............... 13 Coronбria sem Obstruзxes? ................................................................. 42 4.3.4.1. Investigaзгo de Casos de Troponina Elevada sem Obstruзгo 3.1.3.

Critйrios Gerais de Elegibilidade para o Protocolo de Dor Torбcica ................................................................................................ 14 Coronбria (Troponin-Positive Nonobstructive Coronary Arteries - TINOCA ou TpNOCA) .......................................................................................... 42 3.1.4. Critйrios Especнficos para Abertura do Protocolo de Dor Torбcica pela Enfermagem .................................................................................. 14 4.4. Uso Racional de Testes Nгo Invasivos ............................................. 42 3.1.5. Critйrios Subjetivos por Decisгo Mйdica .................................... 14 3.2.

O Que Fazer Apys a Abertura do Protocolo de Dor Torбcica? ........... 15 4.4.1. O Papel do Teste de Esforзo ....................................................... 42 4.4.2. Ecocardiografia na Avaliaзгo da Dor Torбcica ............................ 46 3.2.1. Quando e Como Realizar a Avaliaзгo Detalhada da Dor Torбcica (Diagnystico Diferencial)? .................................................................... 15 4.4.3. Cintilografia de Perfusгo Miocбrdica (SPECT) e Tomografia por Emissгo de Pysitrons (PET-CT) ............................................................. 47 3.3. Melhores Prбticas para o Tempo Porta-ECG .................................... 15 3.3.1.

Importвncia do ECG nos primeiros 10 minutos ......................... 15 4.4.3.1. Indicaзxes para o uso de Testes de Medicina Nuclear ............. 47 4.4.3.2. Consideraзxes Especiais em Mulheres com Dor Torбcica 3.3.2. Como Medir o Tempo Porta-ECG ............................................... 16 Aguda .................................................................................................... 49 3.3.3. Recomendaзxes para Obter o Tempo Porta-ECG ideal ...... 16 3.4. Interpretaзгo do Eletrocardiograma ................................................ 17 4.4.4. Tomografia Computadorizada Cardiovascular ........................... 50 4.4.4.1.

Descarte Triplo ......................................................................... 52 3.4.1. O Papel do Eletrocardiograma na Avaliaзгo de Pacientes com Dor Torбcica ................................................................................................. 17 4.4.5. Ressonвncia Magnйtica Cardiovascular ...................................... 52 4.4.5.1. Detecзгo de Isquemia Miocárdica ........................................... 52 3.4.2. Qual a Sensibilidade de um Eletrocardiograma Isolado na Avaliaзгo de Pacientes com Dor Torбcica? Qual o Ganho Adicional com 4.4.5.2.

Diagnystico Diferencial de Troponina Positiva com Coronбrias Normais (TINOCA / MINOCA) .............................................................. 53 Eletrocardiogramas Seriados? ............................................................... 18 3.4.3. Critйrios Diagnysticos da Sнndrome Coronariana Aguda ao 4.4.5.3. Miocardites .............................................................................. 54 5. Modelo para Implantaзгo das Unidades de Dor Torбcica ............................................................................................. 55 Eletrocardiograma ................................................................................. 18 3.4.4.

Diagnysticos Diferenciais ao Eletrocardiograma ........................ 19 3.4.4.1. Alteraзxes Primбrias e Secundбrias de Repolarizaзгo ............. 19 3.4.4.2. Outros Diagnysticos ao Eletrocardiograma ............................. 19 5.1. Investigaзгo de Sнndrome Coronariana Aguda em Ambiente Prй- hospitalar .............................................................................................. 55 3.4.4.3. Eletrocardiograma Nгo Diagnystico ........................................ 19 5.1.1. Percepзгo do Paciente e Rede Prй-hospitalar Organizada ......... 55 5.1.2. Papel do Eletrocardiograma no Ambiente Prй-hospitalar ........... 55 3.5.

Como й Definido o Diagnystico de Sнndrome Coronariana Aguda? ...... 22 3.5.1. Critйrios Atuais para Diagnystico de Angina Instбvel ................ 22 5.1.3. Papel da Troponina no Ambiente Prй-hospitalar ........................ 55 3.5.2. Como Classificar a Sнndrome Coronariana Aguda pelo Eletrocardiograma? ............................................................................... 22 4. Rota de Investigaзгo Diagnystica apys o ECG Inicial ...... 22 5.1.4. Papel dos Escores de Estratificaзгo de Risco .............................. 55 5.1.5. Outras Ferramentas Diagnysticas ............................................... 55 4.1.

Abordagem do Paciente com Critйrio de Instabilidade .................... 23 5.2. Modelo para Implantaзгo das Unidades de Dor Torбcica: Evidkncias para Melhores Prбticas .......................................................................... 56 4.1.1. Rotina Ecocardiogrбfica em Paciente com Dor Torбcica e Instabilidade ......................................................................................... 27 5.2.1. Avaliaзгo do Paciente ................................................................. 57 5.2.2. Estrutura Organizacional e Recursos Humanos ......................... 58 4.2. Escores Clнnicos de Risco e Probabilidade Diagnystica ................... 27 4.2.1.

Escores Clнnicos para Casos de Suspeita de Sнndrome Coronariana 5.2.3. Necessidades Tйcnicas ............................................................... 58 Aguda .................................................................................................... 29 4.2.1.1. Em Qual Paciente Devo Aplicar o Escore HEART? .................... 30 5.2.4. Terapias Especнficas .................................................................... 59 5.2.5. Indicadores de Gestгo ................................................................ 59 4.2.2. Escores Clнnicos para Casos de Suspeita de Sнndromes Ayrticas 5.2.6.

Avanзos Tecnolygicos ................................................................. 59 Suplemento ...................................................................................... 60 Agudas .................................................................................................. 30 4.2.3. Escores Clнnicos para Casos de Suspeita de Tromboembolismo Figura S1 ............................................................................................... 60 Pulmonar ............................................................................................... 30 4.2.4. Outros Diagnysticos Diferenciais ...............................................

34 Figura S2 ............................................................................................... 61 Figura S3 ............................................................................................... 61 4.3. Algoritmos de Troponina ................................................................. 35 4.3.1.Aplicaзгo e Interpretaзгo dos Marcadores de Injъria (Lesгo) Figura S4 ............................................................................................... 62 Figura S5 ...............................................................................................

62 Miocбrdica ........................................................................................... 35 4.3.1.1. Qual o Marcador de Escolha para o Diagnystico de Infarto Agudo Figura S6 ............................................................................................... 63 do Miocбrdio? ....................................................................................... 35 4.3.1.2. Como Interpretar Exame de Troponina Alterado? ................... 35 Figura S7 ............................................................................................... 64 Figura S8 ...............................................................................................

64 Referkncias ...................................................................................... 65 4.3.1.3. Como Interpretar Exames de Troponina Seriados? .................. 35 Arq Bras Cardiol. 2025; 122(9):e20250620 9